Saturday, November 26, 2005

bacia de contenção

Vereador Sebastião Melo volta a pedir à prefeitura limpeza e retirada da bacia de contenção do Parque Marinha do Brasil
O vereador Sebastião Melo, líder da bancada do PMDB, em audiência com o diretor do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP), Ernesto Teixeira, representando os moradores do Bairro Menino Deus e entorno, solicitou a limpeza, bem como a retirada da bacia de contenção instalada dentro do Parque Marinha do Brasil. A bacia, construída com a finalidade de resolver os problemas de enchente, principalmente da Avenida Padre Cacique, deveria receber apenas o esgoto pluvial.
Abraço simbólico na Bacia de Contenção em manifestação contra alagamentos, realizada dia 18 de dezembro de 2004. No entanto, como não há separação total, boa parte do esgoto cloacal acaba sendo jogada na lagoa, o que cria foco de mosquitos e um odor insuportável, problema agravado nos períodos de temperaturas mais elevadas. No final de 2004, Melo já havia promovido, com os moradores do Menino Deus, um abraço à lagoa pedindo a retirada da bacia. Melo lembra que o atual governo já fez a limpeza do local no início deste ano e que o diretor do DEP, Ernesto Teixeira, garantiu a ele, que no dia 1º de dezembro dará início a uma nova limpeza da área. O vereador destaca que o Parque Marinha do Brasil é um local destinado ao lazer e ao esporte, sendo incompatível a bacia de contenção naquele local.

Thursday, October 13, 2005

vive la France

os franceses estão proibindo os saquinhos plásticos.
têm protestos, têm, mas eles vão ser o primeiro páis civilizado do mundo. não querem mais conviver com este lixo todo, a saber 12 bilhões de saquinhos de lixo por ano que levam 400 anpos para se desagregarem. até 2010 só podem estar em uso sacos biodegradáveis.
http://www.orf.at/051012-92246/index.html

Saturday, September 17, 2005

naum jogue fora seu cocoh

Tuesday, September 13, 2005

safewastes

Presseaussendung der Veterinärmedizinischen Universität Wien (VUW)
Kontakt: Mag. Michael Bernkopf, VUW - Public Relations 4Tel: 01-25077-1105 4Mobil: 0664-53 43 865
EU fördert Forschungsprojekt an der VUWSAFEWASTES gewinnt wertvolle Zusatzstoffe für Futtermittelaus organischem Abfall
Das Projekt SAFEWASTES beschäftigt sich mit der Wiederverwertung wertvoller Inhaltsstoffe aus organischem Abfall. O. Univ.-Prof. Dr. Chlodwig Franz, Leiter des Faches „Angewandte Botanik und Pharmakognosie“ an der Veterinärmedizinischen Universität Wien, trägt als Koordinator dieses von der EU geförderten Projekts die Hauptverantwortung und forscht gemeinsam mit Partnern aus sieben EU-Ländern.
Die industrielle Aufbereitung von Früchten, Gemüse und Pflanzen-Extrakten als Nahrungs- und Arzneimittel produziert jährlich viele Tonnen organischen Abfalls. Die Abfallprodukte werden von der Industrie hauptsächlich durch Kompostierung oder Verbrennung beseitigt. Diese Vorgehensweise verursacht jährlich Kosten in Millionenhöhe und steigert die Umweltbelastung.SAFEWASTES geht davon aus, dass dieser organische Abfall noch mehrere hochwertige Verbindungen (z.B. Pectin) enthält und diese als „gesunde“ Zusatzprodukte für Futtermittel eingesetzt werden können. Dies wirkt sich nicht nur positiv auf die Tierhaltung sondern auch auf die Qualität von Lebensmitteln, Umwelt und Wirtschaft aus.
Das Projekt – die ZieleDas Projekt-Konsortium von SAFEWASTES besteht aus akademischen MitarbeiterInnen verschiedener Universitäten im EU-Raum, die auf unterschiedliche Fachgebiete spezialisiert sind (Biochemie, Ernährung, Physiologie, Bakteriologie, Genetik etc.). Weiters finden sich SMEs (=small and medium-sized enterprises) aus dem phytopharmazeutischen Bereich sowie mit Fokus auf Wiederaufbereitung von organischem Abfall oder Biotechnologie im Projektteam.
Die Verwendung von Antibiotika in Futtermitteln soll ab 2006 im EU-Raum verboten werden, d.h. es muss schnell eine Alternative gefunden werden. SAFEWASTES zielt darauf ab, natürliche Futtermittel-Zusatzstoffe aus organischem Abfall zu generieren, um so den Einsatz von Antibiotika in der Tierhaltung zu vermeiden.
„Wir werden neue Technologien und Verwertungsmodelle anhand ausgewählter Beispiele organischen Abfalls entwickeln. Erste Quellen für unsere Untersuchungen sind Artischocken, die Mariendistel und Thymian Extrakte“, erklärt der Projekt-Koordinator Dr. Chlodwig Franz. „Unsere Tests werden sowohl in vitro wie auch in vivo vorgenommen. Deshalb arbeiten wir auch eng mit Partnern aus der Industrie zusammen. Wir möchten beweisen, dass die Wiederverwertung von organischem Abfall nicht nur wichtig für die Gesundheit von Mensch und Tier ist, sondern auch Umweltbelastungen reduziert und kosteneffizient ist“, so Prof. Franz weiter.
NachhaltigkeitDie Qualität und Sicherheit von Nahrungsmitteln stehen im Mittelpunkt von SAFEWASTES. Durch gesunde Tierhaltung (ohne Antibiotika) kommen hochwertige Fleischprodukte in den Handel, deren Qualität durch laufende Kontrollen, Etikettierung und Herkunftsbezeichnung garantiert wird.
Die Wiederverwertung von organischem Abfall hat auch positive Auswirkungen auf die Umwelt:
Bis zu 100%ige Verwertung des Abfalls, d.h. keine Verbrennung und Kompostierung mehr.
Reduktion von Methangas, das durch tierische Verdauung und durch Kompostierung entsteht.
Keine Verwendung von Antibiotika, d.h. keine Rückstände in Lebensmitteln und Eindämmung der Resistenz gegenüber Antibiotika bei Tier und Mensch.
„Der Dialog mit der Öffentlichkeit ist uns ein großes Anliegen. Durch ständige Information und Kommunikation werden wir die Bevölkerung über wichtige Forschungs-Ergebnisse am Laufenden halten“, sagt Projektleiter Dr. Franz und betont: „SAFEWASTES ist ein europaweites Projekt, das das Wohl des Menschen und des Tiers ins Zentrum aller Aktivitäten stellt und nicht nur Wissenschaft und Wirtschaft betrifft.“
SAFEWASTES wird die führende Rolle der EU als ein Anbieter von neuartigen, natürlichen Produkten oder Extrakten (z.B. antimikrobielle Substanzen, die auf die Bekämpfung von Magen-/Darm-Problemen bei Vieh abzielen) stärken und damit die internationale Wettbewerbsfähigkeit weiter steigern.
Weitere Fragen richten Sie bitte an:
O.Univ.Prof.Dipl.Ing.Dr. Chlodwig FranzInstitut für Angewandte BotanikDepartment für öffentliches Gesundheitswesen in der VeterinärmedizinTelefon: (0)1/250 77-3100 E-Mail:
Chlodwig.Franz@vu-wien.ac.at
Datum: 12.09.2005
Mag. Michael BernkopfPublic Relations Veterinärmedizinische Universität WienVeterinärplatz 1, A- 1210 Wien http://www.vu-wien.ac.at/pr/
© Bedingungen für den honorarfreien Abdruck ev. beigestellter Motivbilder:Die Fotos müssen im inhaltlichen Zusammenhang mit der Veterinärmedizinischen Universität Wien und unter Angabe des Copyrights publiziert werden.
Mitglied von
UNI-PR, dem Verein zur Förderung der Öffentlichkeitsarbeit der österreichischen Universitäten

Wednesday, August 31, 2005

estufa

Semana passada iniciamos a construção das 02 primeiras estufas (de um total de 08) para compostagem de residuos industriais. Colocamos uma caixa de conteção de chorume no meio e 08 pistas cimentadas e cobertas por geomembrana, seivirão para o apodrecimento/mineralização de residuos, barbantes, podas, lodos de ETE,...
Cada cancha com 100 m2 (4 x 25) serão cobertos por filmes plásticos, escorados por uma rede de tubulação que promoverá a chuva (umidificação, temperatura) dentro dos sistemas. Chuva externa será benveinda, desde que não passe certos limites. O chorume será reinjetados nas pilhas, para aproveitar a flora bacteriana presente.
Custos mínimos e impacto enorme na economia de disposição de resíduos industrias.
O resíduos pode não perder a periculosidade, mas a redução de volume minimizaraá a necessidade de volume em aterros ($$$).
Eu acredito no efeito estufa.
Acreditar é uma questão de fé. Eu acho que a ação humana esta ajudando a interferir, não é a protagonista, mas ajuda a piorar as coisas, que não sabems qse está piorando ou melhorando. O certo é que a presença do homem piora, catalizando o ruim ou freiando o bom.
Erny

Friday, August 12, 2005

Apenas 72 horas


Eu poderia continuar com este mesmo tema, o lixo nosso de cada dia, por anos.
Muita gente ligou e escreveu, com dúvidas, dando dicas e esclarecendo assuntos ainda não tratados. Por isso comecei montar um blog,
http://www.merdaviraouro.blogspot.com, homenageando no título o manifesto de Hundertwasser “Merda vira Ouro” que ele escreveu em Viena, em 1975.
Na revista Bisturi do Hospital Moinhos de Vento tem uma matéria sobre o cardiologista Guenther von Eye que transforma garrafas plásticas em poéticos cata-ventos, Erny Meinhardt, técnico em meio ambiente, fabrica os brinquedos para seus filhos de plásticos que acha no lixo, como por exemplo neste projeto da UFES
http://www.brinquedosdelixo.hpg.ig.com.br/UntitledFrame-17.htm A artista plástica Carmem Seibert derrete vidro e o transforma em esculturas http://www.carmemseibert.cjb.net/. Algumas iniciativas começam a apontar para um dos maiores problemas da humanidade, a poluição e o lixo produzido por nos diariamente. Mas não são suficientes, o problema exige atitudes globais bem mais radicais e inovadoras. Vejam o mail que recebi de Marco Antonio Bohn, engenheiro agrônomo:
“...O planeta segue numa velocidade de degradação incomensurável, o que nos põem numa situação de decisão, ou começamos a agir em prol da limpeza deste chão em que vivemos, ou mergulhamos de vez naqueles montes de lixos que teimam em chamar de aterros “sanitários”.
Mas nada está perdido, porque para tudo nesta vida tem solução, apenas necessitamos mostrar nossa vontade de que se modifique esta situação, aos que tem o poder de legislar, e que estes tenham a vontade política para realizar tudo o que for necessário, para evitar o caos. Já dizia o cientista Lavoisier “Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, o que pode parecer apenas mais um chavão, na realidade, é a solução deste problema. Podemos simplesmente acabar com todo o lixo que produzimos, transformando-o em produtos, emprego e renda, não necessitando deste “tapete”, chamado aterro sanitário, para varrer nossa sujeira para baixo...
Existe um processo que transforma este lixo orgânico em fertilizante orgânico em apenas 72 (setenta e duas) horas, ou seja, no mesmo tempo que o próprio lixo é produzido na cidade. Não produz cheiro, chorume e utiliza um espaço dez vezes menor. Este fertilizante pode ser utilizado em qualquer tipo de cultura de acordo com o processo a que é submetido, eliminando os problemas de contaminação e, portanto, o papel higiênico sujo, junto com os restos de alimentos, cascas, frutas, etc, vira fertilizante.
Todo o processo de administração do lixo urbano tem obrigação de cumprir todas as etapas de gestão, para que possa realmente dar certo. A educação na escola, nos lares, a exigência de separação e a coleta seletiva, são as principais etapas desta gestão. Não é necessária a separação por tipo de lixo, como papel, vidro, plásticos diferentes, etc., apenas secos e úmidos (orgânicos), além de quebrados, como vidros que podem machucar o pessoal da separação nas esteiras. Uma observação importante é a devolução de baterias, pilhas e lâmpadas para os locais de compra destes materiais, que devem, por lei, recebê-los e enviá-los aos fabricantes. Todo o processo que tenta resolver estes problemas tem evidentemente um custo, ainda incrivelmente alto, mas sem dúvida é um custo muito menor que o custo ambiental, que o custo social, que o custo em saúde e higiene, que ainda não sabemos mensurar...”.

Monday, August 08, 2005

DMLU realiza curso para professores

O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) está promovendo mais uma edição do curso "Chega de lixo: trilhando os caminhos da preservação". Voltado aos professores, terá duração de 20 horas-aula e ocorrerá nos dias 23 a 26 de agosto na Avenida Bento Gonçalves, 3850, Bairro Partenon. Realizado em conjunto com o Comando Ambiental da Brigada Militar, o curso> aborda as formas de tratar a questão dos resíduos (lixo) como meio de preservação do ambiente. Aos participantes que tiverem 80% de presença será fornecido certificado. Mais informações e inscrições poderão ser obtidas pelo telefone 3289-6912 com Alexandre, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Vi uma palestra da secretaria de turismo de poa semana retrasada na ADCE.Foi bem interessante, pois ela abordou o turismo, com vistas a integraçãototal com a cultura.Um dos itens que pegou para termos mais turistas por aqui foi a questão dolixo e da segurança, que segundo ela esta sendo tratado em conjunto com assecretarias.No que pese ela ser um pouco atrapalhada para palestrar, observei que oplanejamento estratégico de turismo esta bem posto. Agora vamos ver se acoisa sai do papel e cria vida. Julio
E já que falamos de planos estratégicos, segue um exemplo do planejamentoestratégico da faculdade de onde fiz o meu MBA:
http://www.mccombs.utexas.edu/strategicplan/ e, claro, com as medidas desucesso do plano:http://www.mccombs.utexas.edu/dean/metrics/ Perceba que asinformações são públicas. Mais público que Internet fica complicado...Marcelo
Sei lá se é turismo, mas nas visitas a fábrica da Coca-cola, de Sta Maria, a passagem pela Central de Resíduos será parte integrante da visita.
Acho que o povo deveria conhecer o destino, certo ou errado, de seu lixo. A TO ficou impressionada pelas quantidades.
Eu sou um defensor/incentivador da atuação dos catadores de rua. Não qualquer catador, mas hoje eles são responsáveis por uma grande economia na administração municipal. Menos lixo recolhido/transportado/aterrado.
Aqui em Sta Maria eles sujam as ruas, ou seja, fica seis por meia duzia, mas o papel deste povo é essencial. Que o dono da empresa onde trabalho não leia, mas prefiro que o meu lixo caia nas mãos de um catador, que na mão de um empresário. delete-delete-delete...
Uma cidade suja afugenta turista, certamente, mas a limpeza começa dentro de casa.
Dia destes um vereador, ex-secretário de obras, ameaçou multar calçadas mal conservadas. Escrevi para o jornal da cidade: qual fiscal vai ter a cara de pau de notificar quando as ruas estão piores que as calçadas?
Erny

Quanto ao lixo ssem duvida. Aqui em POA tem aos montes. E falta desegurança também.Acho que o problema tem várias origens, e uma delas é cultural.Tenho horror de ver gente jogando lixo na rua. É falta de educação.E aqui em POA é normalissimo isto. Dia desses vi um tacista jogandolata de cerveja pela janela do carro.Pior que se xingar é capaz do cara querer descer e brigar.Em casa sempre separo o lixo para ajudar. Mas sei que são poucos que fazem isto.Fazer o que... ainda não sei onde pararemos. Acho que estou desiludido.abraços, Julio